カンピナスおよび地域の外国貿易会議所

私たちは皆様とのパートナーシップを通じて経済成長を促進します



マルシオ・バルバド

CCCER 10 周年記念式典についての会長からの特別メッセージをご覧ください。

UNICAMP 公開講座


コースを受講しましょう: グローバル起業家精神。国際市場へのアクセス計画。


* 提供期間:次のクラスは近日公開予定です。ぜひフォローしてください!


* コースの場所: カンピナス/SP のオンラインおよびユニキャンプ経済学研究所。



これらの戦略を念頭に置くことで、目立つことができるだけでなく、ダイナミックで競争の激しいグローバルな環境で、より有望なプロフェッショナルとしての将来に備えることもできます。



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新しいチャンスに備えましょう!


UNICAMP証明書



🌐 グローバルな起業家精神。国際市場へのアクセスを計画。


あなたのビジネスをグローバルな大企業に変革しましょう!


🔹 高度な戦略を学ぶ

🔹 安心してグローバル市場にアクセス

🔹 カスタマイズされた拡張計画を策定する


学ぶ内容


- 国際市場分析

- 新規市場参入戦略

- グローバルリスクと機会管理

- 文化適応とローカリゼーション。

お客様の声

社会的証明

Matheus Giordano (@mathgiordano7) は、カンピナス SP 市議会議員、ベネ・リマの議会顧問、教育スポーツ委員会のメンバーであり、Youth in Politics 議会戦線の創設責任者です。

Ernei Netto (@erneineto) は航空貿易と物流の専門家で、Thrush do Brasil、Avantto、Kodiak do Brasil などの企業での活躍が目覚ましい。

TVの起業家精神の瞬間プログラムFIBインタビュー


ルイス・ギマランイス

CCCER のコミュニケーションおよびマーケティング担当副社長。

TVFIBの起業家精神の瞬間プログラム


CCCERの国際コンサルタント兼グローバル起業家精神担当ディレクターと共に、

フランシスコ・フレイタス。


CCCER の組織的サポート。

グローバルに考え、ローカルに考える

起業家精神に関するガイドライン。仕事の方法、製品の品質について取り上げ、また「実践」における起業家のストーリーと軌跡全体を語ります。

世界的危機に直面した対外貿易の課題


ビジネス講義


独占講演をあなたの会社や聴衆に届けましょう!


国際市場拡大の専門家からの貴重な洞察を従業員や聴衆に提供して、良い一年をスタートしましょう。


今なら、CCCER の国際コンサルタント兼グローバル起業家ディレクターの Francisco Freitas 氏と、有名なイリュージョニストの Átila 氏と Rosi 氏による講演を予約するチャンスがあります。


深い知識と革新的な戦略を組み合わせることで、企業が課題を克服し、限界を打ち破り、2025 年に新たな成長機会を模索するのに役立つ実践的な経験を共有します。


1 つのイベントで、世界的な舞台で会社を成功に導くために不可欠な内容を含む 2 つの補完的なプレゼンテーションを提供できます。


本当に効果のある情報と実践でチームや聴衆を変革するこの機会をお見逃しなく。


今すぐご連絡してスケジュールを設定してください。

卒業証書

功績への名誉


カンピナスおよび地域の外国貿易会議所が功労勲章を授与される

このイベントは5月11日にカンピナス市議会で開催され、複数の当局者、カンピナスおよび地域外国貿易会議所の理事会全員、そして創立メンバーが出席しました。

私たちについて


私たちは企業と専門家で構成された民間の非営利団体です

私たちの使命は、官民のパートナーを統合し、起業家を支援し、カンピナス大地域とサンパウロ州東部における物品、サービス、観光の貿易に関連するビジネスチェーンを育成することです。私たちは、この分野においてブラジル南東部で最大規模のイニシアチブの一つであり、数十の国内外機関の支援を受けています。

ミッション

公的機関および民間団体と連携し、カンピナスとその地域での外国貿易を促進します。

ビジョン

対外貿易における企業やその他の経済主体に対する制度的支援の参考となること。

価値観

► アソシエイトの成功へのコミットメント

► イノベーションと起業家精神

► 倫理とプロフェッショナリズム

► 持続可能性

► 品質

私たちは誰のために存在するのか

国内外の企業

投資家と起業家

地方自治体

教育研究機関

国際政府

市場開発機関

領事館と大使館

世界商工会議所

商工会議所の活動


コース


教育は、労働力の質、企業の採用、コミュニティの成長にとって重要な要素です。

私たちは、会員の間で質の高い専門研修の機会を増やし、リソースを特定して、教育機関、業界のリーダー、ビジネスコミュニティの間に共通のつながりを提供することを目指しています。

プロジェクト


By Marcio Nobrega 2023年7月12日
Missão: Promover e incrementar o intercâmbio de negócios entre as integrantes visando o espírito de cooperação com os poderes públicos no estudo de questões, propositura de soluções e reformas que incentivem o desenvolvimento econômico-social da região de Campinas.

ニュース


By André Interação 2026年3月9日
Durante muitos anos, governança corporativa foi tratada no Brasil como um tema quase exclusivo das grandes companhias abertas. Conselhos de administração estruturados, políticas formais de gestão de riscos, mecanismos de prestação de contas e práticas de transparência eram vistos como instrumentos sofisticados, normalmente associados às exigências do mercado de capitais. Para a maioria das pequenas e médias empresas, a governança parecia algo distante da realidade do dia a dia empresarial. Esse cenário, no entanto, vem mudando de forma consistente nos últimos anos. A crescente complexidade do ambiente econômico, o aumento das exigências regulatórias, a necessidade de profissionalização da gestão e a pressão por maior transparência nas relações empresariais estão levando empresas de todos os portes a reconhecer que governança corporativa não é apenas um conjunto de boas práticas institucionais. Trata-se de um fator cada vez mais determinante para a sustentabilidade e para o crescimento dos negócios. O que antes era percebido como uma tendência começa a se consolidar como uma realidade concreta no cotidiano das pequenas e médias empresas brasileiras. O avanço da governança nas pequenas e médias empresas Um dos movimentos mais relevantes do ambiente empresarial atual é a crescente adoção de práticas de governança por empresas familiares e organizações de médio porte. Durante décadas, muitas dessas empresas cresceram com base em estruturas decisórias altamente centralizadas, normalmente concentradas na figura do fundador ou de um pequeno grupo de sócios. Esse modelo, embora tenha sido responsável por inúmeras histórias de sucesso empresarial, também revelou limitações importantes à medida que os negócios se tornaram mais complexos. Decisões estratégicas tomadas de forma isolada, ausência de processos formais de prestação de contas e dificuldades para separar interesses familiares das necessidades do negócio frequentemente criam tensões internas e reduzem a capacidade de planejamento de longo prazo. Nesse contexto, a governança corporativa surge como um instrumento capaz de organizar a tomada de decisões, estabelecer responsabilidades claras e criar um ambiente mais estruturado para o desenvolvimento da empresa. Cada vez mais empresários percebem que governança não representa perda de controle, mas sim ganho de qualidade nas decisões. Conselhos consultivos como “porta de entrada” para a governança Um fenômeno particularmente interessante nesse processo é a expansão dos conselhos consultivos nas pequenas e médias empresas. Para muitas organizações, especialmente familiares, o conselho consultivo se tornou a “porta de entrada” para a adoção de práticas mais estruturadas de governança corporativa. Esse modelo permite que os empresários mantenham sua autonomia na gestão, ao mesmo tempo em que passam a contar com a contribuição de profissionais experientes que agregam visão estratégica, conhecimento de mercado e capacidade analítica às decisões da empresa. Quando bem estruturados, os conselhos consultivos ajudam a qualificar o processo decisório, introduzem maior disciplina na definição de estratégias e contribuem para reduzir riscos decorrentes de decisões tomadas de forma excessivamente intuitiva. Mais do que um espaço de aconselhamento, o conselho consultivo deve ser encarado como um fórum estruturado de reflexão estratégica sobre a condução e o futuro da empresa. Profissionalização da gestão como consequência natural Outro movimento que acompanha o avanço da governança é a crescente profissionalização da gestão nas empresas familiares e de médio porte. À medida que práticas de governança começam a ser implementadas, muitas organizações percebem a necessidade de revisar suas estruturas internas. Funções passam a ser mais claramente definidas, indicadores de desempenho tornam-se parte do cotidiano da gestão e processos decisórios passam a seguir critérios mais objetivos. Essa transformação não significa afastar os fundadores ou membros da família empresária da condução do negócio. Ao contrário, a governança permite que esses líderes concentrem sua atuação em temas mais estratégicos, enquanto a gestão operacional passa a contar cada vez mais com executivos especializados. Esse processo tende a tornar as empresas mais resilientes, mais organizadas e mais preparadas para enfrentar ciclos econômicos desafiadores. A gestão de riscos ganha protagonismo Outro aspecto que vem assumindo papel central na evolução da governança nas pequenas e médias empresas é a gestão estruturada de riscos. O ambiente empresarial brasileiro tornou-se significativamente mais complexo nos últimos anos. Mudanças regulatórias relevantes, novas exigências trabalhistas, transformações tecnológicas e o aumento da exposição reputacional passaram a exigir das empresas uma postura muito mais estratégica na identificação e na gestão de riscos. Um exemplo claro desse cenário é a implementação da reforma tributária aprovada pelo Congresso Nacional, que promoverá uma profunda reconfiguração do sistema de tributação sobre o consumo no país. A transição para o novo modelo exigirá das empresas revisões importantes em suas estruturas de precificação, planejamento fiscal, contratos e sistemas de gestão, além de um debate amplo com a sua cadeia de valor. Outro fator que merece atenção é a atualização da Norma Regulamentadora nº 1, a NR-1, que reforça a responsabilidade das empresas na gestão de riscos ocupacionais e na implementação de sistemas estruturados de gerenciamento de segurança e saúde no trabalho. O descumprimento dessas exigências pode gerar passivos trabalhistas, multas regulatórias e danos reputacionais relevantes. Além disso, os riscos reputacionais passaram a assumir dimensão inédita na era digital. A velocidade com que informações circulam nas redes sociais amplia significativamente o impacto de crises corporativas, exigindo das empresas estruturas mais maduras de gestão de comunicação e prevenção de crises. Somam-se a esse cenário outros fatores de risco relevantes, como instabilidade regulatória em diversos setores, crescente judicialização das relações empresariais, pressões por práticas ESG e mudanças rápidas no comportamento dos consumidores. Nesse ambiente mais complexo, decisões baseadas apenas na experiência ou na intuição dos gestores tornam-se cada vez mais insuficientes. A governança moderna exige que as organizações desenvolvam mecanismos estruturados para identificar, avaliar e monitorar riscos estratégicos, operacionais, regulatórios e reputacionais. Transparência e accountability deixam de ser opcionais Outro vetor importante dessa transformação é a crescente valorização da transparência e da accountability nas relações empresariais. Instituições financeiras, investidores, parceiros comerciais e até grandes clientes corporativos passaram a valorizar empresas que demonstram clareza na condução de seus negócios e consistência em seus processos decisórios. Empresas que adotam práticas mais robustas de governança tendem a apresentar maior credibilidade institucional, o que facilita o acesso a crédito, a atração de investidores e o estabelecimento de parcerias estratégicas. Nesse sentido, a governança corporativa deixa de ser apenas um conjunto de boas práticas internas e passa a funcionar, também, como um importante ativo reputacional. Uma transformação que já começou O avanço da governança corporativa nas pequenas e médias empresas brasileiras já não pode mais ser visto como uma tendência distante. Trata-se de uma transformação que está acontecendo agora. Cada vez mais empresários percebem que estruturar conselhos, definir regras claras de tomada de decisão, implementar mecanismos de controle e desenvolver uma cultura de accountability não são iniciativas burocráticas. São decisões estratégicas. Empresas que adotam práticas sólidas de governança tendem a tomar decisões melhores, gerenciar riscos com mais eficiência e construir organizações mais preparadas para crescer de forma sustentável. Nesse novo cenário empresarial, a governança deixou de ser apenas uma tendência. Ela se tornou parte da realidade das pequenas e médias empresas que querem construir um futuro mais sólido e duradouro. Maurício de Souza Conselheiro Consultivo e de Administração | Expert em Governança Corporativa e Gestão de Riscos | Mentor de Conselheiros e Executivos 
By André Interação 2026年3月4日
Governança Corporativa para Empresas do Comércio Exterior - Evento CCCER https://www.youtube.com/watch?v=fTifiVBW5tA&feature=youtu.be 
By André Interação 2026年2月26日
A Comissão Especial de Estudos de Fomento ao Comércio Exterior da Câmara Municipal de Campinas promove, no dia 2 de março (segunda-feira), às 14h15, a abertura dos trabalhos de 2026 com um painel especial sobre Governança Corporativa no setor. Aberto ao público, o evento, que acontece no Plenário da Câmara Municipal, será realizado em parceria com a Câmara de Comércio Exterior Campinas & Região. A iniciativa tem como objetivo promover o debate sobre boas práticas de gestão, liderança, transparência e mitigação de riscos, temas estratégicos para empresas que atuam no comércio exterior e em ambientes de alta competitividade. Segundo o vereador Dr. Yanko, presidente da Comissão, a escolha do tema reforça o compromisso do colegiado com o desenvolvimento econômico do município. “A governança corporativa é um instrumento essencial para empresas que buscam crescimento sustentável, competitividade e segurança nas decisões. Abrir os trabalhos da Comissão com esse tema demonstra nosso compromisso em aproximar o Legislativo do setor produtivo e fomentar o comércio exterior em Campinas”, afirma Dr. Yanko. O painel será coordenado pelo IDG – Instituto de Desenvolvimento em Governança Corporativa e contará com a participação de quatro conselheiros consultivos e de administração com atuação em empresas de médio e grande porte. Os painelistas são Maurício de Souza, especialista em governança corporativa, gestão de riscos e mentor de executivos; Gisela Maranhão, educadora executiva E3 e especialista em governança corporativa, Rodrigo Santana, especialista em finanças corporativas, empresário e CFO; e Ervino Schnarndorf, com experiência em companhias multinacionais, supply chain e comércio exterior. Representantes do setor também destacam a relevância do encontro. “Governança Corporativa é imprescindível ao futuro econômico e financeiro das empresas, seja ela grande, média ou pequena. Caracteriza-se como o principal instrumento visando confiabilidade e perenidade das empresas. O futuro empresarial define-se com as decisões compartilhadas para atingir as principais estratégias a serem perseguidas”, afirmou Márcio Barbado, presidente da Câmara de Comércio Exterior. (Mauricio de Souza e Gisela Maranhão são sócios fundadores do IDG) . 
By André Interação 2026年3月9日
Durante muitos anos, governança corporativa foi tratada no Brasil como um tema quase exclusivo das grandes companhias abertas. Conselhos de administração estruturados, políticas formais de gestão de riscos, mecanismos de prestação de contas e práticas de transparência eram vistos como instrumentos sofisticados, normalmente associados às exigências do mercado de capitais. Para a maioria das pequenas e médias empresas, a governança parecia algo distante da realidade do dia a dia empresarial. Esse cenário, no entanto, vem mudando de forma consistente nos últimos anos. A crescente complexidade do ambiente econômico, o aumento das exigências regulatórias, a necessidade de profissionalização da gestão e a pressão por maior transparência nas relações empresariais estão levando empresas de todos os portes a reconhecer que governança corporativa não é apenas um conjunto de boas práticas institucionais. Trata-se de um fator cada vez mais determinante para a sustentabilidade e para o crescimento dos negócios. O que antes era percebido como uma tendência começa a se consolidar como uma realidade concreta no cotidiano das pequenas e médias empresas brasileiras. O avanço da governança nas pequenas e médias empresas Um dos movimentos mais relevantes do ambiente empresarial atual é a crescente adoção de práticas de governança por empresas familiares e organizações de médio porte. Durante décadas, muitas dessas empresas cresceram com base em estruturas decisórias altamente centralizadas, normalmente concentradas na figura do fundador ou de um pequeno grupo de sócios. Esse modelo, embora tenha sido responsável por inúmeras histórias de sucesso empresarial, também revelou limitações importantes à medida que os negócios se tornaram mais complexos. Decisões estratégicas tomadas de forma isolada, ausência de processos formais de prestação de contas e dificuldades para separar interesses familiares das necessidades do negócio frequentemente criam tensões internas e reduzem a capacidade de planejamento de longo prazo. Nesse contexto, a governança corporativa surge como um instrumento capaz de organizar a tomada de decisões, estabelecer responsabilidades claras e criar um ambiente mais estruturado para o desenvolvimento da empresa. Cada vez mais empresários percebem que governança não representa perda de controle, mas sim ganho de qualidade nas decisões. Conselhos consultivos como “porta de entrada” para a governança Um fenômeno particularmente interessante nesse processo é a expansão dos conselhos consultivos nas pequenas e médias empresas. Para muitas organizações, especialmente familiares, o conselho consultivo se tornou a “porta de entrada” para a adoção de práticas mais estruturadas de governança corporativa. Esse modelo permite que os empresários mantenham sua autonomia na gestão, ao mesmo tempo em que passam a contar com a contribuição de profissionais experientes que agregam visão estratégica, conhecimento de mercado e capacidade analítica às decisões da empresa. Quando bem estruturados, os conselhos consultivos ajudam a qualificar o processo decisório, introduzem maior disciplina na definição de estratégias e contribuem para reduzir riscos decorrentes de decisões tomadas de forma excessivamente intuitiva. Mais do que um espaço de aconselhamento, o conselho consultivo deve ser encarado como um fórum estruturado de reflexão estratégica sobre a condução e o futuro da empresa. Profissionalização da gestão como consequência natural Outro movimento que acompanha o avanço da governança é a crescente profissionalização da gestão nas empresas familiares e de médio porte. À medida que práticas de governança começam a ser implementadas, muitas organizações percebem a necessidade de revisar suas estruturas internas. Funções passam a ser mais claramente definidas, indicadores de desempenho tornam-se parte do cotidiano da gestão e processos decisórios passam a seguir critérios mais objetivos. Essa transformação não significa afastar os fundadores ou membros da família empresária da condução do negócio. Ao contrário, a governança permite que esses líderes concentrem sua atuação em temas mais estratégicos, enquanto a gestão operacional passa a contar cada vez mais com executivos especializados. Esse processo tende a tornar as empresas mais resilientes, mais organizadas e mais preparadas para enfrentar ciclos econômicos desafiadores. A gestão de riscos ganha protagonismo Outro aspecto que vem assumindo papel central na evolução da governança nas pequenas e médias empresas é a gestão estruturada de riscos. O ambiente empresarial brasileiro tornou-se significativamente mais complexo nos últimos anos. Mudanças regulatórias relevantes, novas exigências trabalhistas, transformações tecnológicas e o aumento da exposição reputacional passaram a exigir das empresas uma postura muito mais estratégica na identificação e na gestão de riscos. Um exemplo claro desse cenário é a implementação da reforma tributária aprovada pelo Congresso Nacional, que promoverá uma profunda reconfiguração do sistema de tributação sobre o consumo no país. A transição para o novo modelo exigirá das empresas revisões importantes em suas estruturas de precificação, planejamento fiscal, contratos e sistemas de gestão, além de um debate amplo com a sua cadeia de valor. Outro fator que merece atenção é a atualização da Norma Regulamentadora nº 1, a NR-1, que reforça a responsabilidade das empresas na gestão de riscos ocupacionais e na implementação de sistemas estruturados de gerenciamento de segurança e saúde no trabalho. O descumprimento dessas exigências pode gerar passivos trabalhistas, multas regulatórias e danos reputacionais relevantes. Além disso, os riscos reputacionais passaram a assumir dimensão inédita na era digital. A velocidade com que informações circulam nas redes sociais amplia significativamente o impacto de crises corporativas, exigindo das empresas estruturas mais maduras de gestão de comunicação e prevenção de crises. Somam-se a esse cenário outros fatores de risco relevantes, como instabilidade regulatória em diversos setores, crescente judicialização das relações empresariais, pressões por práticas ESG e mudanças rápidas no comportamento dos consumidores. Nesse ambiente mais complexo, decisões baseadas apenas na experiência ou na intuição dos gestores tornam-se cada vez mais insuficientes. A governança moderna exige que as organizações desenvolvam mecanismos estruturados para identificar, avaliar e monitorar riscos estratégicos, operacionais, regulatórios e reputacionais. 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By André Interação 2026年3月4日
Governança Corporativa para Empresas do Comércio Exterior - Evento CCCER https://www.youtube.com/watch?v=fTifiVBW5tA&feature=youtu.be 
By André Interação 2026年2月26日
A Comissão Especial de Estudos de Fomento ao Comércio Exterior da Câmara Municipal de Campinas promove, no dia 2 de março (segunda-feira), às 14h15, a abertura dos trabalhos de 2026 com um painel especial sobre Governança Corporativa no setor. Aberto ao público, o evento, que acontece no Plenário da Câmara Municipal, será realizado em parceria com a Câmara de Comércio Exterior Campinas & Região. A iniciativa tem como objetivo promover o debate sobre boas práticas de gestão, liderança, transparência e mitigação de riscos, temas estratégicos para empresas que atuam no comércio exterior e em ambientes de alta competitividade. Segundo o vereador Dr. Yanko, presidente da Comissão, a escolha do tema reforça o compromisso do colegiado com o desenvolvimento econômico do município. “A governança corporativa é um instrumento essencial para empresas que buscam crescimento sustentável, competitividade e segurança nas decisões. Abrir os trabalhos da Comissão com esse tema demonstra nosso compromisso em aproximar o Legislativo do setor produtivo e fomentar o comércio exterior em Campinas”, afirma Dr. Yanko. O painel será coordenado pelo IDG – Instituto de Desenvolvimento em Governança Corporativa e contará com a participação de quatro conselheiros consultivos e de administração com atuação em empresas de médio e grande porte. Os painelistas são Maurício de Souza, especialista em governança corporativa, gestão de riscos e mentor de executivos; Gisela Maranhão, educadora executiva E3 e especialista em governança corporativa, Rodrigo Santana, especialista em finanças corporativas, empresário e CFO; e Ervino Schnarndorf, com experiência em companhias multinacionais, supply chain e comércio exterior. Representantes do setor também destacam a relevância do encontro. “Governança Corporativa é imprescindível ao futuro econômico e financeiro das empresas, seja ela grande, média ou pequena. Caracteriza-se como o principal instrumento visando confiabilidade e perenidade das empresas. O futuro empresarial define-se com as decisões compartilhadas para atingir as principais estratégias a serem perseguidas”, afirmou Márcio Barbado, presidente da Câmara de Comércio Exterior. (Mauricio de Souza e Gisela Maranhão são sócios fundadores do IDG) . 

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