Camera di Commercio Estero di Campinas e Regione

Promuoviamo la crescita economica in partnership con voi



MARCIO BARBADO

Leggi il messaggio speciale del nostro Presidente in occasione delle celebrazioni per il decimo anniversario del CCCER!

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Cosa imparerai


- Analisi del mercato internazionale

- Nuove strategie di ingresso nel mercato

- Gestione globale dei rischi e delle opportunità

- Adattamento culturale e localizzazione.

TESTIMONIANZE

PROVA SOCIALE

Matheus Giordano (@mathgiordano7), Consigliere comunale di Campinas-SP, Consigliere parlamentare di Bene Lima, Membro della Commissione istruzione e sport e Responsabile della creazione del fronte parlamentare Giovani in politica.

Ernei Netto (@erneineto), specialista in commercio aeronautico e logistica, con particolare attenzione al suo lavoro in aziende come Thrush do Brasil, Avantto e Kodiak do Brasil.

Programma Momento Imprenditoriale su TVFIB INTERVISTA


Luiz Guimarães

Vicepresidente delle comunicazioni e del marketing presso CCCER.

Programma Momento Imprenditoriale su TVFIB


Con il consulente internazionale e direttore dell'imprenditorialità globale presso CCCER,

Francisco Freitas.


Supporto istituzionale CCCER.

Pensa globalmente, pensa localmente

Linee guida relative all'imprenditorialità, che affronteranno il metodo di lavoro, la qualità del prodotto e racconteranno anche l'intera storia e il percorso dell'imprenditore in "PRATICA".

Le sfide del commercio estero di fronte alle crisi globali


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Diploma di

Onore al merito


La Camera di Commercio Estero di Campinas e Regione riceve il Titolo d'Onore al Merito

L'evento si è svolto presso il Consiglio comunale di Campinas l'11 maggio, alla presenza di numerose autorità e dell'intero consiglio di amministrazione della Camera di commercio estero di Campinas e della regione, nonché dei soci fondatori.

Chi siamo


Siamo un'organizzazione privata senza scopo di lucro composta da aziende e professionisti

La nostra missione è integrare partner pubblici e privati per supportare gli imprenditori e promuovere la filiera legata al commercio estero di beni, servizi e turismo nella macroregione di Campinas e nello stato orientale di San Paolo. Rappresentiamo una delle più grandi iniziative nel sud-est del Brasile in questo segmento e godiamo del supporto di decine di istituzioni nazionali e internazionali.

MISSIONE

Promuovere il commercio estero a Campinas e nella regione, lavorando in collaborazione con enti pubblici e privati.

VISIONE

Servire da riferimento nel supporto istituzionale alle aziende e agli altri operatori economici nel commercio estero.

VALORI

► Impegno per il successo dell'Associato

► Innovazione e imprenditorialità

► Etica e professionalità

► Sostenibilità

► Qualità

Per chi esistiamo

Aziende nazionali e internazionali

Investitori e imprenditori

Governi municipali

Istituzioni educative e di ricerca

Governi internazionali

Agenzie di sviluppo del mercato

Consolati e Ambasciate

Camere di commercio globali

Come funziona la Camera per te


Corsi


L'istruzione è un elemento chiave per la qualità della forza lavoro, il reclutamento aziendale e la crescita della comunità.

Cerchiamo di migliorare le opportunità e di individuare risorse per una formazione professionale di qualità tra i nostri membri, fornendo un collegamento comune tra i nostri istituti educativi, i leader del settore e la comunità imprenditoriale.

Progetti


Autore: Marcio Nobrega 12 luglio 2023
Missão: Promover e incrementar o intercâmbio de negócios entre as integrantes visando o espírito de cooperação com os poderes públicos no estudo de questões, propositura de soluções e reformas que incentivem o desenvolvimento econômico-social da região de Campinas.

Notizia


Autore: André Interação 9 marzo 2026
Durante muitos anos, governança corporativa foi tratada no Brasil como um tema quase exclusivo das grandes companhias abertas. Conselhos de administração estruturados, políticas formais de gestão de riscos, mecanismos de prestação de contas e práticas de transparência eram vistos como instrumentos sofisticados, normalmente associados às exigências do mercado de capitais. Para a maioria das pequenas e médias empresas, a governança parecia algo distante da realidade do dia a dia empresarial. Esse cenário, no entanto, vem mudando de forma consistente nos últimos anos. A crescente complexidade do ambiente econômico, o aumento das exigências regulatórias, a necessidade de profissionalização da gestão e a pressão por maior transparência nas relações empresariais estão levando empresas de todos os portes a reconhecer que governança corporativa não é apenas um conjunto de boas práticas institucionais. Trata-se de um fator cada vez mais determinante para a sustentabilidade e para o crescimento dos negócios. O que antes era percebido como uma tendência começa a se consolidar como uma realidade concreta no cotidiano das pequenas e médias empresas brasileiras. O avanço da governança nas pequenas e médias empresas Um dos movimentos mais relevantes do ambiente empresarial atual é a crescente adoção de práticas de governança por empresas familiares e organizações de médio porte. Durante décadas, muitas dessas empresas cresceram com base em estruturas decisórias altamente centralizadas, normalmente concentradas na figura do fundador ou de um pequeno grupo de sócios. Esse modelo, embora tenha sido responsável por inúmeras histórias de sucesso empresarial, também revelou limitações importantes à medida que os negócios se tornaram mais complexos. Decisões estratégicas tomadas de forma isolada, ausência de processos formais de prestação de contas e dificuldades para separar interesses familiares das necessidades do negócio frequentemente criam tensões internas e reduzem a capacidade de planejamento de longo prazo. Nesse contexto, a governança corporativa surge como um instrumento capaz de organizar a tomada de decisões, estabelecer responsabilidades claras e criar um ambiente mais estruturado para o desenvolvimento da empresa. Cada vez mais empresários percebem que governança não representa perda de controle, mas sim ganho de qualidade nas decisões. Conselhos consultivos como “porta de entrada” para a governança Um fenômeno particularmente interessante nesse processo é a expansão dos conselhos consultivos nas pequenas e médias empresas. Para muitas organizações, especialmente familiares, o conselho consultivo se tornou a “porta de entrada” para a adoção de práticas mais estruturadas de governança corporativa. Esse modelo permite que os empresários mantenham sua autonomia na gestão, ao mesmo tempo em que passam a contar com a contribuição de profissionais experientes que agregam visão estratégica, conhecimento de mercado e capacidade analítica às decisões da empresa. Quando bem estruturados, os conselhos consultivos ajudam a qualificar o processo decisório, introduzem maior disciplina na definição de estratégias e contribuem para reduzir riscos decorrentes de decisões tomadas de forma excessivamente intuitiva. Mais do que um espaço de aconselhamento, o conselho consultivo deve ser encarado como um fórum estruturado de reflexão estratégica sobre a condução e o futuro da empresa. Profissionalização da gestão como consequência natural Outro movimento que acompanha o avanço da governança é a crescente profissionalização da gestão nas empresas familiares e de médio porte. À medida que práticas de governança começam a ser implementadas, muitas organizações percebem a necessidade de revisar suas estruturas internas. Funções passam a ser mais claramente definidas, indicadores de desempenho tornam-se parte do cotidiano da gestão e processos decisórios passam a seguir critérios mais objetivos. Essa transformação não significa afastar os fundadores ou membros da família empresária da condução do negócio. Ao contrário, a governança permite que esses líderes concentrem sua atuação em temas mais estratégicos, enquanto a gestão operacional passa a contar cada vez mais com executivos especializados. Esse processo tende a tornar as empresas mais resilientes, mais organizadas e mais preparadas para enfrentar ciclos econômicos desafiadores. A gestão de riscos ganha protagonismo Outro aspecto que vem assumindo papel central na evolução da governança nas pequenas e médias empresas é a gestão estruturada de riscos. O ambiente empresarial brasileiro tornou-se significativamente mais complexo nos últimos anos. Mudanças regulatórias relevantes, novas exigências trabalhistas, transformações tecnológicas e o aumento da exposição reputacional passaram a exigir das empresas uma postura muito mais estratégica na identificação e na gestão de riscos. Um exemplo claro desse cenário é a implementação da reforma tributária aprovada pelo Congresso Nacional, que promoverá uma profunda reconfiguração do sistema de tributação sobre o consumo no país. A transição para o novo modelo exigirá das empresas revisões importantes em suas estruturas de precificação, planejamento fiscal, contratos e sistemas de gestão, além de um debate amplo com a sua cadeia de valor. Outro fator que merece atenção é a atualização da Norma Regulamentadora nº 1, a NR-1, que reforça a responsabilidade das empresas na gestão de riscos ocupacionais e na implementação de sistemas estruturados de gerenciamento de segurança e saúde no trabalho. O descumprimento dessas exigências pode gerar passivos trabalhistas, multas regulatórias e danos reputacionais relevantes. Além disso, os riscos reputacionais passaram a assumir dimensão inédita na era digital. A velocidade com que informações circulam nas redes sociais amplia significativamente o impacto de crises corporativas, exigindo das empresas estruturas mais maduras de gestão de comunicação e prevenção de crises. Somam-se a esse cenário outros fatores de risco relevantes, como instabilidade regulatória em diversos setores, crescente judicialização das relações empresariais, pressões por práticas ESG e mudanças rápidas no comportamento dos consumidores. Nesse ambiente mais complexo, decisões baseadas apenas na experiência ou na intuição dos gestores tornam-se cada vez mais insuficientes. A governança moderna exige que as organizações desenvolvam mecanismos estruturados para identificar, avaliar e monitorar riscos estratégicos, operacionais, regulatórios e reputacionais. Transparência e accountability deixam de ser opcionais Outro vetor importante dessa transformação é a crescente valorização da transparência e da accountability nas relações empresariais. Instituições financeiras, investidores, parceiros comerciais e até grandes clientes corporativos passaram a valorizar empresas que demonstram clareza na condução de seus negócios e consistência em seus processos decisórios. Empresas que adotam práticas mais robustas de governança tendem a apresentar maior credibilidade institucional, o que facilita o acesso a crédito, a atração de investidores e o estabelecimento de parcerias estratégicas. Nesse sentido, a governança corporativa deixa de ser apenas um conjunto de boas práticas internas e passa a funcionar, também, como um importante ativo reputacional. Uma transformação que já começou O avanço da governança corporativa nas pequenas e médias empresas brasileiras já não pode mais ser visto como uma tendência distante. Trata-se de uma transformação que está acontecendo agora. Cada vez mais empresários percebem que estruturar conselhos, definir regras claras de tomada de decisão, implementar mecanismos de controle e desenvolver uma cultura de accountability não são iniciativas burocráticas. São decisões estratégicas. Empresas que adotam práticas sólidas de governança tendem a tomar decisões melhores, gerenciar riscos com mais eficiência e construir organizações mais preparadas para crescer de forma sustentável. Nesse novo cenário empresarial, a governança deixou de ser apenas uma tendência. Ela se tornou parte da realidade das pequenas e médias empresas que querem construir um futuro mais sólido e duradouro. Maurício de Souza Conselheiro Consultivo e de Administração | Expert em Governança Corporativa e Gestão de Riscos | Mentor de Conselheiros e Executivos 
Autore: André Interação 4 marzo 2026
Governança Corporativa para Empresas do Comércio Exterior - Evento CCCER https://www.youtube.com/watch?v=fTifiVBW5tA&feature=youtu.be 
Autore: André Interação 26 febbraio 2026
A Comissão Especial de Estudos de Fomento ao Comércio Exterior da Câmara Municipal de Campinas promove, no dia 2 de março (segunda-feira), às 14h15, a abertura dos trabalhos de 2026 com um painel especial sobre Governança Corporativa no setor. Aberto ao público, o evento, que acontece no Plenário da Câmara Municipal, será realizado em parceria com a Câmara de Comércio Exterior Campinas & Região. A iniciativa tem como objetivo promover o debate sobre boas práticas de gestão, liderança, transparência e mitigação de riscos, temas estratégicos para empresas que atuam no comércio exterior e em ambientes de alta competitividade. Segundo o vereador Dr. Yanko, presidente da Comissão, a escolha do tema reforça o compromisso do colegiado com o desenvolvimento econômico do município. “A governança corporativa é um instrumento essencial para empresas que buscam crescimento sustentável, competitividade e segurança nas decisões. Abrir os trabalhos da Comissão com esse tema demonstra nosso compromisso em aproximar o Legislativo do setor produtivo e fomentar o comércio exterior em Campinas”, afirma Dr. Yanko. O painel será coordenado pelo IDG – Instituto de Desenvolvimento em Governança Corporativa e contará com a participação de quatro conselheiros consultivos e de administração com atuação em empresas de médio e grande porte. Os painelistas são Maurício de Souza, especialista em governança corporativa, gestão de riscos e mentor de executivos; Gisela Maranhão, educadora executiva E3 e especialista em governança corporativa, Rodrigo Santana, especialista em finanças corporativas, empresário e CFO; e Ervino Schnarndorf, com experiência em companhias multinacionais, supply chain e comércio exterior. Representantes do setor também destacam a relevância do encontro. “Governança Corporativa é imprescindível ao futuro econômico e financeiro das empresas, seja ela grande, média ou pequena. Caracteriza-se como o principal instrumento visando confiabilidade e perenidade das empresas. O futuro empresarial define-se com as decisões compartilhadas para atingir as principais estratégias a serem perseguidas”, afirmou Márcio Barbado, presidente da Câmara de Comércio Exterior. (Mauricio de Souza e Gisela Maranhão são sócios fundadores do IDG) . 
Autore: André Interação 9 marzo 2026
Durante muitos anos, governança corporativa foi tratada no Brasil como um tema quase exclusivo das grandes companhias abertas. Conselhos de administração estruturados, políticas formais de gestão de riscos, mecanismos de prestação de contas e práticas de transparência eram vistos como instrumentos sofisticados, normalmente associados às exigências do mercado de capitais. Para a maioria das pequenas e médias empresas, a governança parecia algo distante da realidade do dia a dia empresarial. Esse cenário, no entanto, vem mudando de forma consistente nos últimos anos. A crescente complexidade do ambiente econômico, o aumento das exigências regulatórias, a necessidade de profissionalização da gestão e a pressão por maior transparência nas relações empresariais estão levando empresas de todos os portes a reconhecer que governança corporativa não é apenas um conjunto de boas práticas institucionais. Trata-se de um fator cada vez mais determinante para a sustentabilidade e para o crescimento dos negócios. O que antes era percebido como uma tendência começa a se consolidar como uma realidade concreta no cotidiano das pequenas e médias empresas brasileiras. O avanço da governança nas pequenas e médias empresas Um dos movimentos mais relevantes do ambiente empresarial atual é a crescente adoção de práticas de governança por empresas familiares e organizações de médio porte. Durante décadas, muitas dessas empresas cresceram com base em estruturas decisórias altamente centralizadas, normalmente concentradas na figura do fundador ou de um pequeno grupo de sócios. Esse modelo, embora tenha sido responsável por inúmeras histórias de sucesso empresarial, também revelou limitações importantes à medida que os negócios se tornaram mais complexos. Decisões estratégicas tomadas de forma isolada, ausência de processos formais de prestação de contas e dificuldades para separar interesses familiares das necessidades do negócio frequentemente criam tensões internas e reduzem a capacidade de planejamento de longo prazo. Nesse contexto, a governança corporativa surge como um instrumento capaz de organizar a tomada de decisões, estabelecer responsabilidades claras e criar um ambiente mais estruturado para o desenvolvimento da empresa. Cada vez mais empresários percebem que governança não representa perda de controle, mas sim ganho de qualidade nas decisões. Conselhos consultivos como “porta de entrada” para a governança Um fenômeno particularmente interessante nesse processo é a expansão dos conselhos consultivos nas pequenas e médias empresas. Para muitas organizações, especialmente familiares, o conselho consultivo se tornou a “porta de entrada” para a adoção de práticas mais estruturadas de governança corporativa. Esse modelo permite que os empresários mantenham sua autonomia na gestão, ao mesmo tempo em que passam a contar com a contribuição de profissionais experientes que agregam visão estratégica, conhecimento de mercado e capacidade analítica às decisões da empresa. Quando bem estruturados, os conselhos consultivos ajudam a qualificar o processo decisório, introduzem maior disciplina na definição de estratégias e contribuem para reduzir riscos decorrentes de decisões tomadas de forma excessivamente intuitiva. Mais do que um espaço de aconselhamento, o conselho consultivo deve ser encarado como um fórum estruturado de reflexão estratégica sobre a condução e o futuro da empresa. Profissionalização da gestão como consequência natural Outro movimento que acompanha o avanço da governança é a crescente profissionalização da gestão nas empresas familiares e de médio porte. À medida que práticas de governança começam a ser implementadas, muitas organizações percebem a necessidade de revisar suas estruturas internas. Funções passam a ser mais claramente definidas, indicadores de desempenho tornam-se parte do cotidiano da gestão e processos decisórios passam a seguir critérios mais objetivos. Essa transformação não significa afastar os fundadores ou membros da família empresária da condução do negócio. Ao contrário, a governança permite que esses líderes concentrem sua atuação em temas mais estratégicos, enquanto a gestão operacional passa a contar cada vez mais com executivos especializados. Esse processo tende a tornar as empresas mais resilientes, mais organizadas e mais preparadas para enfrentar ciclos econômicos desafiadores. A gestão de riscos ganha protagonismo Outro aspecto que vem assumindo papel central na evolução da governança nas pequenas e médias empresas é a gestão estruturada de riscos. O ambiente empresarial brasileiro tornou-se significativamente mais complexo nos últimos anos. Mudanças regulatórias relevantes, novas exigências trabalhistas, transformações tecnológicas e o aumento da exposição reputacional passaram a exigir das empresas uma postura muito mais estratégica na identificação e na gestão de riscos. Um exemplo claro desse cenário é a implementação da reforma tributária aprovada pelo Congresso Nacional, que promoverá uma profunda reconfiguração do sistema de tributação sobre o consumo no país. A transição para o novo modelo exigirá das empresas revisões importantes em suas estruturas de precificação, planejamento fiscal, contratos e sistemas de gestão, além de um debate amplo com a sua cadeia de valor. Outro fator que merece atenção é a atualização da Norma Regulamentadora nº 1, a NR-1, que reforça a responsabilidade das empresas na gestão de riscos ocupacionais e na implementação de sistemas estruturados de gerenciamento de segurança e saúde no trabalho. 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Autore: André Interação 4 marzo 2026
Governança Corporativa para Empresas do Comércio Exterior - Evento CCCER https://www.youtube.com/watch?v=fTifiVBW5tA&feature=youtu.be 
Autore: André Interação 26 febbraio 2026
A Comissão Especial de Estudos de Fomento ao Comércio Exterior da Câmara Municipal de Campinas promove, no dia 2 de março (segunda-feira), às 14h15, a abertura dos trabalhos de 2026 com um painel especial sobre Governança Corporativa no setor. Aberto ao público, o evento, que acontece no Plenário da Câmara Municipal, será realizado em parceria com a Câmara de Comércio Exterior Campinas & Região. A iniciativa tem como objetivo promover o debate sobre boas práticas de gestão, liderança, transparência e mitigação de riscos, temas estratégicos para empresas que atuam no comércio exterior e em ambientes de alta competitividade. Segundo o vereador Dr. Yanko, presidente da Comissão, a escolha do tema reforça o compromisso do colegiado com o desenvolvimento econômico do município. “A governança corporativa é um instrumento essencial para empresas que buscam crescimento sustentável, competitividade e segurança nas decisões. Abrir os trabalhos da Comissão com esse tema demonstra nosso compromisso em aproximar o Legislativo do setor produtivo e fomentar o comércio exterior em Campinas”, afirma Dr. Yanko. O painel será coordenado pelo IDG – Instituto de Desenvolvimento em Governança Corporativa e contará com a participação de quatro conselheiros consultivos e de administração com atuação em empresas de médio e grande porte. Os painelistas são Maurício de Souza, especialista em governança corporativa, gestão de riscos e mentor de executivos; Gisela Maranhão, educadora executiva E3 e especialista em governança corporativa, Rodrigo Santana, especialista em finanças corporativas, empresário e CFO; e Ervino Schnarndorf, com experiência em companhias multinacionais, supply chain e comércio exterior. Representantes do setor também destacam a relevância do encontro. “Governança Corporativa é imprescindível ao futuro econômico e financeiro das empresas, seja ela grande, média ou pequena. Caracteriza-se como o principal instrumento visando confiabilidade e perenidade das empresas. O futuro empresarial define-se com as decisões compartilhadas para atingir as principais estratégias a serem perseguidas”, afirmou Márcio Barbado, presidente da Câmara de Comércio Exterior. (Mauricio de Souza e Gisela Maranhão são sócios fundadores do IDG) . 

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